> ## Content Index
> Fetch the complete content index at: https://www.jornalopolo.com.br/llms.txt
> Use this file to discover other available public pages before exploring further.

# 74% das indústrias investiram em máquinas novas, mas apenas 5% tiveram foco em automação
- URL: https://www.jornalopolo.com.br/74-das-industrias-investiram-em-maquinas-novas-mas-apenas-5-tiveram-foco-em-automacao/
- Published: 2026-09-02T19:00:33.000Z
- Updated: 2026-09-02T19:00:33.000Z
- Description: Incerteza econômica desafia a modernização do parque produtivo e reforça a importância de modelos mais flexíveis de gestão de ativos
- Author: Redação
- Tags: Tecnologia, #instagram-ok, #story-ok, #facebook-ok, #video-nao

A indústria brasileira está renovando seu parque produtivo, mas a incorporação de tecnologias mais avançadas ainda avança em ritmo mais lento. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), 74% das empresas industriais investiram em máquinas e equipamentos novos em 2025\. Entre as empresas que realizaram esses investimentos, 72% tinham como principal objetivo a mecanização da produção, enquanto 9% buscavam a robotização e apenas 5% direcionaram a aquisição para a automação da produção, com máquinas conectadas em rede e capazes de transmitir e processar dados autonomamente.

O cenário revela um desafio para as empresas, que precisam avançar na modernização do parque produtivo e incorporar tecnologias capazes de elevar produtividade e eficiência, sem perder de vista a disciplina na alocação de capital. A incerteza econômica foi apontada por 61% das empresas que adquiriram máquinas novas como o principal obstáculo aos investimentos, mostrando que mesmo as companhias que estão renovando seus ativos, o ambiente permanece marcado por maior cautela na tomada de decisões.

É nesse contexto que ganha força a discussão sobre novas formas de acessar e gerenciar equipamentos. O mercado brasileiro de locação de máquinas e equipamentos movimentou R$ 49,4 bilhões em 2025 e deve alcançar R$ 52,9 bilhões em 2026, crescimento de 7%, de acordo com o Rental Market Report 2025 Brasil, da Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas (ANALOC), em parceria com a KPMG. O levantamento, que utiliza metodologia internacional, dimensiona um setor que vem ampliando sua relevância como alternativa para empresas que buscam flexibilidade e eficiência na gestão de ativos.

Para a CHG-MERIDIAN, multinacional alemã especializada em leasing operacional e gestão do ciclo de vida de ativos e, os dados refletem uma mudança na forma como as empresas avaliam seus investimentos em equipamentos. 

> “A indústria continua investindo, mas precisa fazer isso com mais cautela e uma visão cada vez mais estratégica sobre o uso do capital. Nesse contexto, o leasing operacional pode facilitar o acesso a tecnologias mais avançadas sem concentrar todo o investimento na aquisição dos equipamentos, além de oferecer maior previsibilidade e flexibilidade para acompanhar a evolução tecnológica”, afirma Gabriela Monastero, vice-presidente de vendas da CHG-MERIDIAN no Brasil.

A lógica ganha relevância em ativos sujeitos a ciclos mais curtos de inovação, nos quais a necessidade de atualização pode surgir antes do fim da vida útil econômica do equipamento. Ao estruturar o acesso ao ativo por determinado período, o leasing operacional pode contribuir para maior previsibilidade dos custos, facilitar a atualização tecnológica e reduzir a exposição à obsolescência, de acordo com as condições de cada contrato.

Além de definir como adquirir um equipamento, a decisão passa a considerar como esse ativo será utilizado, gerenciado, atualizado e destinado ao final de seu ciclo de vida. Custo total, produtividade, disponibilidade, manutenção, atualização tecnológica e necessidade de capital entram na avaliação sobre comprar ou utilizar um equipamento.

> “A tendência é que essa discussão ganhe cada vez mais espaço à medida que a indústria precise conciliar dois movimentos simultâneos, a necessidade de modernizar seus ativos para acompanhar a evolução tecnológica e a pressão por maior eficiência na utilização do capital. Nesse cenário, soluções que oferecem uma alternativa à aquisição direta dos equipamentos passam a integrar de forma mais estratégica a gestão dos ativos, permitindo às empresas combinar acesso à tecnológica, previsibilidade de custos e flexibilidade para acompanhar as transformações do mercado”, conclui a executiva.

Resumo redes: Entre as empresas que realizaram investimentos, 72% tinham como principal objetivo a mecanização da produção, enquanto 9% buscavam a robotização e apenas 5% direcionaram a aquisição para a automação da produção, com máquinas conectadas em rede e capazes de transmitir e processar dados autonomamente.