Manaus bateu recorde histórico de consumo de energia nesta segunda-feira (14)

Foram consumidos 1997.1 Megawatts (MW) sem interrupções no fornecimento de energia

Lâmpada incandescente acesa em ambiente escuro com fundo desfocado.
Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (14), às 21h27, o sistema elétrico de Manaus atingiu o recorde de maior carga de energia já registrado em toda a sua história, um novo marco operacional para a Âmbar Energia em meio a um dos períodos mais críticos de demanda, devido ao verão amazônico e ao El Niño. Foram consumidos 1997.1 Megawatts (MW) sem interrupções no fornecimento de energia.

A operação da companhia está preparada e vem intensificando ações ao longo dos últimos meses com reforço no monitoramento em tempo real da carga do sistema pelo Centro de Operação (COS); ampliação da capacidade de importação de energia via SIN como suporte ao atendimento da demanda local; planos de contingência para cenários de pico extremo de consumo; manutenção preventiva intensificada em ativos de geração, transmissão e distribuição; e escalas de operação reforçadas para garantir resposta rápida em horários de maior demanda.

Recordes de carga

O recorde anterior havia sido registrado em 31 de agosto deste ano, quando o sistema atingiu 1.980 MW de carga. Até então, esse era o maior valor já registrado na Região Metropolitana de Manaus, superando a marca anterior de setembro de 2024, quando o sistema elétrico atingiu carga de 1.861,5 MW.

O novo patamar supera todos os picos de demanda anteriormente registrados, o que reforça o crescimento contínuo do consumo de energia elétrica na capital amazonense, impulsionado pelo aumento populacional, pela expansão do parque industrial do Polo Industrial de Manaus (PIM) e, sobretudo, pelas condições climáticas atípicas provocadas pelo fenômeno El Niño.

Resumo redes: Às 21h27, o consumo chegou a 1.997,1 megawatts (MW), sem interrupções no fornecimento. Segundo a Âmbar Energia, o pico ocorre em meio ao aumento do consumo provocado pelo verão amazônico, pelo El Niño, pelo crescimento populacional e pela expansão do Polo Industrial de Manaus (PIM).